sábado, 29 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

A Centelha anímica

Um bando de andorinhas ruma para o sul em busca de melhores paragens.

Tartarugas nadam sempre para a mesma praia quando vão desovar.

Um cardume surge com peixes posicionados e organizados, apresentando movimentos simultâneos, tal como soldados em “ordem unida”.

Certos animais pequenos, sem nunca terem aprendido, mudam de cor e confundem-se com seu meio ambiente, como defesa ou armadilha, demonstrando certo grau de algo parecido com inteligência.

Os pássaros trazem para seus filhotes o alimento necessário, colocando a refeição em seus bicos inexperientes.

Parece estranho que animais executem coisas que os homens só conseguem com muito exercício e aprendizado.

Dir-se-ia que uma única energia , uma só alma, rege e domina cada raça, cada família destes seres ditos irracionais.

Talvez uma única ordem seja sentida por todos ao mesmo tempo. Alguma coisa domina o grupo e o impele a agir em determinado sentido, sem prestar esclarecimentos, o que alias seria inútil para seres sem raciocínio.

Essa força, essa alma, que os homens chamam instinto muitas vezes com desprezo, não erra nunca e leva os vegetais e os animais a buscarem coisas para atender suas necessidades.

Esse domínio, a que os seres obedecem cegamente no inicio, vai aos poucos enfraquecendo com o despontar da inteligência, que devagar assume o comando.

Como pai zeloso, essa força dá ao filho o direito de caminhar por conta própria e aos poucos solta as mãos de seu pimpolho que às vezes caindo assume a responsabilidade de si mesmo.

A multiplicidade que a natureza nos apresenta com seu fulgurante esplendor nos mostra o amanhecer da vida em cada grupo, em cada família de vegetais e animais.

A atuação diferenciada do instinto nos animais com uma certa dose de inteligência em alguns deles, mostra-nos diferentes fases de evolução.daquela centelha anímica em busca de sua individualidade.

Com o progresso sucessivo em várias fases da vida, a centelha vais aos poucos libertando-se do grupo, assumindo características cada vez mais espontâneas.

Percorrendo o reino da natureza em cada ser que habita, esta centelha adquire experiências que acumulando-se lhe imprime impulso constante.

Existe um elo, um caminho em outras paragens astrais que os humanos desconhecem, onde a centelha anímica, rica em conhecimentos adquiridos em milhões de séculos, desperta para a humanidade.

Mas o ser, agora um espírito, mesmo sendo senhor de si, nunca será abandonado por seu criador que, como bom Pai que é, olha seu filho adulto com o mesmo carinho e cuidado de quando o tinha dependente em seus braços.


                                             Octavio Borges da Silveira

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Na véspera da necessidade

Diante de algo bom a realizar, não hesites. Faze-o logo.

Não cultives indecisão, em se tratando de concretizar o melhor. Se o homem titubeia, receando edificar o bem que a vida lhe pede, a morte não vacila no horário a que deve atender.

Chegou o momento da visita a alguém que sofre? Vai. Não argumentes contigo contra a resolução.

Sentes-te decidido a doar determinado recurso, em favor dos outros? Dá imediatamente. Segue a boa intenção.

Sê confiante. Ousa construir a fraternidade. Não albergues a irresolução em problemas que se refiram a servir.

No que tange a obrigações nobilitantes, o maior prejuízo da dúvida é a perda de tempo, de vez que as leis do destino não nos desculpam a falta, na execução dos deveres que não admitem demora. Pagaremos pela omissão.

Decide-te, conjugando pensamento e forma, projeto e construção, para que o sonho se faça realidade. Amanhã, os horizontes são outros, os caminhos talvez mais ásperos, as companhias imprevisíveis.

Não te justifiques fantasiando a tibieza de precaução. Em todas as épocas da Humanidade, a preguiça e a astúcia têm vestido a túnica da prudência para largar os infelizes. Acolhe o dever de ânimo forte. Lança o primeiro passo no serviço, e depois, se perseveras, o próprio serviço incumbir-se-á de traçar-te orientação na continuidade da obra que te abrilhantará a estrada.

O desânimo geralmente nasce na alma; talvez num caso entre mil, será justo responsabilizar o corpo enfermo pela eclosão desse corrosivo mental. Não aguardes no sofá ou no leito a solução que nunca vem por não te dispores à alegria de auxiliar; resolve agora, ajuda na véspera da necessidade. Quando a ideia edificante brota no cérebro é que a inspiração da Espiritualidade Superior te visita.

Perante o Evangelho, não há situações dilemáticas. “Quem não é por mim, é contra mim”; “seja o teu falar sim, sim, não, não” — ensinou-nos o Cristo de Deus. Hesitar em questões de fraternidade é estagnar-se, paralisando as mais elevadas funções da vida; por isso, frente à caridade, todo impasse é atraso na evolução.

Muita gente afirma temer compromisso na concretização da felicidade do próximo, no entanto pensará de outro modo se observar que a Divina Sabedoria não pede ao capim que produza laranjas, nem acalenta rosas em tratos de areia.

Sigamos pela trilha da decisão. Ninguém é chamado ao serviço que não possa fazer.

Luiz Mariano de Barros Fournier

VIEIRA, Waldo. “Seareiros de Volta”. Por Diversos Espíritos. 4.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB. 1987. p. 56-57.

OS VISITANTES DE ALCIONE



Somos sabedores que desde a década de 1980, estão encarnando entre nós, seres prontos no saber e na luz. São eles oriundos da estrela de Alcione, estrela central da Constelação das Plêiades, e que em cada 26.000 anos, o nosso Sol faz sobre ela seu movimento de translação.

São Espíritos que se ofereceram para uma encarnação sacrifical para assim ajudar a higienizar os fluídos de nosso lar, a Terra.

São seres já a milhares de anos portadores da luz e do amor universal, e que, ao saber da posição da Terra em sua necessidade de passar a Planeta de Regeneração, e da grande dificuldade por que passamos, com grande criminalização, guerras, descriminações roubos e políticos corruptos. Livremente se ofereceram para ajudar a sanear a nossa pesada atmosfera

Já por duas oportunidades fomos avisados pelo grande benfeitor da humanidade, Bezerra de Menezes do que nos espera se não mudarmos radicalmente os nossos pensamento e atos.

Do Cinturão das Plêiades do qual fazem parte as Três Marias, o Governador da Terra (Nosso Senhor Jesus Cristo) buscou junto ao Cristo daquela Constelação, Espíritos que em busca de mais um degrau na escala evolutiva, se propusessem a reencarnar na Terra para o começo da purificação dos fluídos de nossa atmosfera, ao mesmo tempo, que nos ensinariam o caminho para o amor universal.

Para uma melhor compreensão, o nosso Sol tem um terceiro movimento que é o de translação em volta do Sistema de Alcione. Esse movimento, leva em torno de 25 a 26.000 anos para se completar. Acredita-se, que esse é o “não tempo” do calendário Maia, o fecho de um período de 26.000 anos. (25.920). Ao adentrarmos no cinturão de fótons, vamos estar também ao alcance do forte magnetismo do outros Corpos Celestes, mas, finalmente na Era de Luz de que a Terra e nós Espíritos encarnados e desencarnados estamos tão necessitados.

Soou o momento de intensificar o intercâmbio entre os terrícolas e os visitantes de Alcione... Eles já estão entre nós desde a década de 80, e de acordo como Espírito de Manoel Philomeno de Miranda, mais recentemente, na altura do tsunami acontecido na Indonésia em 26/12/2004, começaram a chegar mais seres de luz de Alcione, para se ajustarem a nossa psicosfera e já encaminhados para conhecerem seus futuros pais quando da libertação do sono. O choque foi sofrido quando adentraram nossa atmosfera cheia de fluídos negativos e pessimistas que cercam todo o Planeta até a altura das Colônias Espirituais.

Manoel Philomeno de Miranda é um Espírito de alta envergadura e acostumado especializado nos melindres da desobsessão e que trabalha incansavelmente com o seres obsedados e obsessores tentando mostrar a todos o caminho do amor universal. Está também trabalhando junto aos seres de Alcione procurando acostumá-los dentro de nossa psique facilitando assim, a evolução e apressando assim, as encarnações destes seres de luz.

E com relação a nós, Espíritos ainda encarnados? Certo é que a partir do ano de 2000, aqueles que se foram e se não mereceram, não mais voltarão a Terra, indo reencarnar em Planetas inferiores para ajudarem a evolução dos nativos destes planetas. Certo também é, que a partir do ano de 2000, não encarnam mais os Espírito não convertidos na caridade, fraternidade, no amor universal e na luz. A transição será vagarosa mas já começou, Hoje somos os trabalhadores da ultima hora chamado para trabalhar na vinha do Senhor. Façamos por merecer essa oportunidade derradeira e final retificando nossos atos e pensamentos.

Manoel Philomeno de Miranda fala sobre o tsunami ocorrido em 2004 na Indonésia através da mediunidade de Divaldo Franco no livro "Transição Planetária": “(...) o insólito e trágico choque das placas tectônicas gerador das imensas ondas destrutivas (tsunami), era aguardado, e que providências espirituais haviam sido tomadas, inclusive, construindo-se um posto de socorro espiritual sobre a região que sofreu mais danos decorrentes do epicentro da catástrofe.

Engenheiros e arquitetos desencarnados movimentaram-se com rapidez e edificaram uma comunidade de emergência, que a todos nos albergaria logo mais, recebendo também aqueles aos quais socorrêssemos.

Curiosamente ampliou os conhecimentos, informando que os ocidentais em férias que se fizeram vítimas, mantinham profunda ligação emocional com aquele povo e foram atraídos por forças magnéticas para resgatar, na ocasião, velhos compromissos que lhes pesavam na economia moral...

Nada acontece, sem os alicerces da causalidade!”

E na questão 728(LE) os Espíritos dizem: "Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos."

O livro dos Espíritos esclarece sobre as dores coletivas, informando que os erros do passado muitas vezes são ressarcidos assim. A Lei de Causa e Efeito reúne devedores em regiões e circunstâncias especiais, onde a natureza pode manifestar distúrbios de pequeno, médio ou grande porte. Não há perdas que não estejam dentro da programação divina. É preciso que se diga que milhares foram liberados dessas dores por terem se redimido com as ações do Bem e do Amor.

Além do resgate coletivo precisamos lembrar que, assim como nós, nosso planeta também ascenderá na escala dos mundos. Como está explicado na questão 41 de O Livro dos Espíritos, “Deus renova os mundos, como renova os seres vivos.” Como explica no livro A Gênese, cap. XI, item 15, Os planetas são formados de fluido cósmico universal. Com o tempo, estes planetas se esgotam pelo envelhecimento, por isso, dissolvem-se pouco a pouco devolvendo ao espaço o fluido cósmico que utilizaram para formar-se. Este fluido que é devolvido ao espaço será utilizado na formação de outros mundos.

Cada vez que os habitantes evoluem ESPIRITUALMENTE, o planeta sofre um decréscimo junto, ele se modifica, sofre perdas, não só em conseqüência do atrito, mas também pela desagregação das moléculas, como uma pedra dura que, corroída pelo tempo, acaba reduzida a poeira.

Em seu duplo movimento de rotação e translação, ele entrega ao espaço parcelas fluidificadas da sua substância, até ao momento em que se completa a sua dissolução. Como explica Manoel Philomeno de Miranda no livro “Transição Planetária”: “Fenômenos sísmicos aterradores sacodem o orbe com freqüência, despertando a solidariedade de outras nações, em relação àquelas que foram vitimadas(...) “As criaturas que persistirem na acomodação perversa da indiferença pela dor do seu irmão, que assinalarem a existência pela criminalidade conhecida ou ignorada, que firmarem pacto de adesão à extorsão, ao suborno, aos diversos comportamentos delituosos do denominado

colarinho branco, mantendo conduta egoísta, tripudiando sobre as aflições do próximo, comprazendo-se na luxúria e na drogadição, na exploração indébita de outras vidas, por um largo período não disporão de meios de permanecer na Terra, sendo exiladas para mundos inferiores, onde irão ser úteis limando as arestas das imperfeições morais, a fim de retornarem, mais tarde, ao seio generoso da mãe-Terra que hoje não quiseram respeitar.”

Em nossas observações noturnas espiando as estrelas, nós não temos condições nem de perto de saber o que ocorre neste Universo Infinito de Deus. Sabemos porque estamos aqui, de onde viemos e para onde iremos. Então! Qual é o mistério? O mistério está exatamente naquilo que Deus colocou dentro de cada um de nós para que com o tempo, viermos a descobrir. O tempo já chegou, e nós aqui ocupados, ganhando dinheiro, adquirindo bens, não que não se deva, mas lembramos da oração do “Pai Nosso”, que em uma das suas parte nos diz, “...O pão nosso de cada dia, daí-nos hoje...” Vejam, não é o pão da semana ou do mês, é o pão do dia que Jesus santificou em sua súplica ao Pai. Vamos nos voltar Para coisas realmente importantes. Adquirir! Sim ...

Mas não nos esqueçamos do Mais Alto.


Baseado no Livro “Transição Planetária” psicografado por Divaldo Franco, pelo Espírito de Manoel Philomeno de Miranda, no LIVRO DOS ESPÍRITOS, cap. III sob título DA CRIAÇÃO, sub-título, Formação dos mundos, itens do 37 ao 42, mais a questão 728, A GÊNESE em seu cap. XI, item 15 e filosofando sobre conhecimentos já

Estudados e usados mnemonicamente.