A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Chico Xavier
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Ser Espírita
SER ESPÍRITA
Filhos, ser espírita é oportunidade de
vivenciar o Evangelho em espírito e verdade.
O seguidor da Doutrina é alguém que caminha
sobre o mundo, mais consciente de seus erros que de seus acertos. Por este
motivo - pela impossibilidade de conformar os
interesses do homem velho com os anseios do homem novo, ele quase sempre deduz
que professar a fé espírita não é tarefa fácil.
Toda mudança de hábito, principalmente
daquele que lhe esteja mais arraigado, impõe à criatura encarnada sacrifícios
inomináveis.
O rompimento com o "eu" é um parto
laborioso, em que, não raro, sem experimentar inúmeras recaídas, o espírito não
vem à luz...
O importante é que não vos deixeis desalentar.
Recordai que, para o trabalho inicial do Evangelho, Jesus requisitou o concurso
de doze homens e não de doze anjos.
Talvez o problema maior para os companheiros
de ideal que se permitem desanimar, ante as fragilidades morais que evidenciam,
seja o fato de suporem ser o que ainda não o são.
Sem dúvida, os que vivem ignorando as
próprias necessidades, aparentemente vivem em maior serenidade de quantos delas
já tomaram consciência; não olvideis, contudo, que a aspiração do melhor é
intrínseca à sua natureza - o homem sempre há de querer ser mais...
Na condição, pois, de esclarecidos
seguidores da Doutrina Espírita, nunca espereis vos acomodar, desfrutando da
paz ilusória dos que não se aprofundam no conhecimento da Verdade que liberta.
Onde estiverdes, estareis sempre inquietos
pelo amanhã.
A aflição que Jesus bem-aventurou, é aquela
que experimenta quem se põe a caminho e não descansa antes de concluir a
jornada.
Filhos, apesar dos percalços externos e de
vossos conflitos íntimos, aceitai no Espiritismo a vossa melhor chance de
redenção espiritual, e isto desde o começo de vossas experiências
reencarnatórias. Valorizai o ensejo bendito e não culpeis a Doutrina pelas
vossas mazelas.
(do livro A coragem da fé – Bezerra de
Menezes – Carlos A. Baccelli)
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Programação do CEAC Maria Madalena - Mês Fevereiro/12
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO MEDIÚNICA – 2012 – MÊS FEVEREIRO
Sábados:12:00h às
13:30h. e 16:00 às 17:30h.
Segunda feira: 19:00h
às 20:30h.
DIA/MÊS
|
LIVRO
|
ASSUNTO
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04
|
VIDA
FELIZ
LIVRO
DOS ESPÍRITOS
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LIÇÃO
36
489/507
– ANJOS GUARDIÕES
|
06,11
|
VIDA
FELIZ
LIVRO
DOS MÉDIUNS
|
LIÇÃO
37
231/233
– DA INFLUÊNCIA DO MEIO
|
13,25
|
VIDA
FELIZ
O
ESPÍRITO DA VERDADE
|
LIÇÃO
38
53
- CURA ESPIRITUAL
|
27
|
VIDA
FELIZ
O
LIVRO DOS ESPÍRITOS
|
LIÇÃO
39
508/521
– ANJOS GUARDIÕES (CONT.)
|
PROGRAMA DE ESTUDOS
PARA 2012
SESSÕES PÚBLICAS
Quarta feira: 14:00h
às 15:30h.
Sábados:14:00 às
15:30h.
3º Domingo (estudo) –
15:00 às 16:00h.
DIA/MÊS
|
LIVRO
|
ASSUNTO
|
01,04
|
VIDA
FELIZ
LIVRO
DOS ESPÍRITOS
|
LIÇÃO
36
798/802
– INFLUÊNCIA DO ESPIRITISMO
|
08,11
|
VIDA
FELIZ
VINHA
DE LUZ
|
LIÇÃO
37
52
- AVAREZA
|
15
|
VIDA
FELIZ
O
EVANGELHO
|
LIÇÃO
38
E.S.E
XXVII – 22 -MANEIRAS DE ORAR
|
RECESSO
|
RECESSO
|
|
25
|
VIDA
FELIZ
O
EVANGELHO
|
LIÇÃO
38
E.S.E
XXVII – 22 -MANEIRAS DE ORAR
|
29
|
VIDA
FELIZ
VINHA
DE LUZ
|
LIÇÃO
39
LIÇÃO
53 – SEMENTEIRAS E CEIFAS
|
Como tudo começou
Tudo começou com Rosalina Dias, esposa de Manoel Dias que se
encontrava enferma e desenganada pela medicina terrena, estavamos no mês de
junho de 1924 e Manoel Dias, aconselhado
por amigos e vizinhos, procurou recursos extra-materiais na tentativa de sanar
o mal que afligia sua esposa.
Um amigo do casal levou o Sr. Afonso Bezerra, que era médium,
ao encontro de Rosalina em sua casa, foram feitas várias radiações mediúnicas
e, aos poucos, a irmã foi se restabelecendo. Algum tempo depois, a irmã, já
curada, deu incorporação a um espírito que, a principio não deu o nome, mais deixou as
iniciais e deu um prazo de um mês para que o nome fosse decifrado. Passado este
prazo, sem que o nome fosse identificado, este espírito voltou pela mesma irmã
dizendo que deviam fundar um centro para atender a todos que o procurasse e
cujo nome seria: Centro Espírita Amor e Caridade Maria Magdalena, onde deveria
ser cultivado sempre o estudo do evangelho e a educação mediúnica.
Daí em diante foram realizadas várias reuniões até que, em
uma dessas, criou-se o centro. Mais tarde, organizaram uma diretoria
provisória, tendo como presidente Manoel Dias e, como vice, Afonso Augusto Bezerra.
Depois veio a criação do quadro social e mediúnico, com 27 sócios denominados
“fundadores”.
Assim, no dia 24 de setembro de 1924, na vila Eugênia em Marechal Hermes ,
foi oficializada a fundação do centro. No dia 5 de outubro de 1924, foi
oficialmente empossada a diretoria. Em 1925, foi criado o estatuto, que passou
a reger as atividades do centro.
Mais, como em quase todas as diretorias, começaram a surgir
divergências, pois alguns faltavam as reuniões, outros as reuniões de
expediente. Até que, em assembléia realizada no dia 6 de abril de 1925, foi
proposto pelo irmão Albino Gonçalves, a dissolução da diretoria, sendo
aprovado.
No dia 13 de abril de
1925, foi empossada uma nova diretoria, na primeira assembléia realizada após a
posse da nova diretoria, o irmão Manoel Dias, presidente deposto, propôs a
cobrança de aluguel, referente a sala de sua casa, onde eram realizadas as
atividades do centro. Sendo assim, ficou acertado o valor de 30.00 (trinta mil
reis) e a compra de mesas e cadeiras.
Com a continuidade dos trabalhos as atividades do centro
foram aumentando e o número de sócios também, sendo assim, em assembléia ficou acertado o aluguel de 80.000 ( oitenta
mil reis) pela casa toda, isso antes de completar o primeiro ano de existência
da casa.
As dificuldades administrativas e financeiras se sucediam,
mas o centro nunca deixou de cumprir a sua finalidade.
O tempo passou e, em certa ocasião, chegou ao conhecimento do
irmão Manoel Dias, um caso idêntico ao seu.
Tratava-se do irmão Antonio José Alves, que já não sabia o que fazer e a
que atribuir a enfermidade da sua esposa, irmã Imperalina Ribeiro Alves. O irmão Antonio, nada conhecia de
espiritismo, que naquela época não era bem conhecido. Informados das atividades
do centro, se tornaram frequentadores.assim, a medida que compareciam às
sessões, a enfermidade da sua esposa foi desaparecendo, até o completo
restabelecimento. Foram convidados para comparecer na reunião de diretoria, e
foi-lhes oferecido cargos, o que foi aceito.
Em 1926, foi feita a mudança do centro para a rua Liberata Santos,
17, em Bento Ribeiro.
O irmão Antonio alugou esse imóvel para sua residência e
cedeu uma parte para as atividades do centro. Em setembro de 1927, o, então
presidente,. Ary Cardoso, foi reeleito e convidou o irmão Antonio José Alves
para a vice- presidência, e foi empossado.
Em eleições seguintes, o irmão Antonio José Alves foi eleito presidente.
Nas eleições seguintes, foi sempre reeleito.
No final do ano 1931, o centro mudou-se para a rua Emília
Ribeiro, 90, também em
Bento Ribeiro. A frequência continuava a aumentar e o espaço
tornava-se insuficiente. Assim, com muitas lutas, depois de alguns anos o presidente
pensou em adquirir uma sede própria para o centro e de imediato começou a
procurar. Com a colaboração de todos, conseguiu um terreno na rua Capitão Pires,
em Bento ribeiro. O problema agora era
como construir sem recursos. Daí surgiu a idéia de recorrer às casas de materiais
de construção. Foi conseguido crédito para compra de materiais e todos
participaram da construção, auxiliados pelo vice-presidente Pedro José Maria,
que tinha conhecimentos de construção. A obra do prédio que hoje se encontra a
sede definitiva do centro foi concluída em 1936.
Em 1948, em reconhecimento ao trabalho e dedicação do irmão Antonio
José Alves, o mesmo foi aclamado presidente de honra e não haveria mais eleições,
enquanto este existisse, salvo, por renúncia.
Assim, nos anos seguintes, tendo sempre ao lado o irmão
vice-presidente Pedro José Maria, esteve sempre à frente dos trabalhos do
centro.
Em 19 de outubro de 1968, o irmão Pedro José Maria fez a passagem
para o mundo espiritual e, mais tarde, em 18
de agosto de 1971, foi a vez do irmão Antonio José Alves.
No dia 24 de setembro de 2011, nossa casa completou 87 anos
de existência. Anos de trabalho de doutrina e caridade exercido com amor e
dedicação pelos encarnados e desencarnados que aqui passaram, pelos que hoje
aqui estão, sempre dirigidos e orientados por nossa mentora espiritual, Maria Madalena.
CEAC Maria Madalena
Rua Capitão Pires, 24 - Bento Ribeiro
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Fé e Caridade
FÉ E CARIDADE
Fé sem caridade é lâmpada sem reservatórios de
força.
Caridade sem fé representa a usina sem
lâmpada.
Quem confia em Deus e não ajuda aos
semelhantes, recolhe-se na contemplação improdutiva, à maneira de peça valiosa,
mumificada em museu brilhante.
Quem pretende ajudar ao próximo, sem confiança
em Deus, condena-se à secura, perdendo contato com o suprimento da energia
divina.
A fé constitui nosso patrimônio íntimo de
bênçãos.
A caridade é o canal que as espalha,
enriquecendo-nos o caminho.
Uma nos confere visão; a outra, nos
intensifica o crescimento espiritual para a Eternidade.
Sem a primeira, caminharíamos nas sombras.
Sem a segunda, permaneceríamos relegados ao
poço escuro do nosso egoísmo destruidor.
Jesus foi o protótipo da fé, quando afirmou: –
“Eu e meu Pai somos um”. E o nosso Divino Mestre foi ainda o paradigma da
caridade quando nos ensinou: – “Amai-vos uns aos outros como vos amei”.
Desse modo, se somos efetivamente os
aprendizes do Evangelho Redivivo, unamos o ideal superior e a ação edificante,
em nossos sentimentos e atos de cada dia, e busquemos numa só luz renovadora a
fé e a caridade, em nossos corações, desde hoje.
(De Escrínio de Luz, de
Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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